Logo_neon-degrade
ABRA SUA CONTA

Investir não é arriscado? Veja como perder o medo dos investimentos

Time Neon

Você está tentando entender se investir não é arriscado demais? Afinal, como fazer o dinheiro render sem perder o sono? Calma, esse receio de investir é normal quando não conhecemos muito bem o mercado financeiro e seu funcionamento.

A verdade é que investir pode ser arriscado se você não souber o que está fazendo. Mas, com conhecimento, cautela e organização, você pode lidar com os diferentes riscos, mirar o longo prazo e ver seu dinheiro se valorizar sem sobressaltos.

Por isso, continue lendo para aprender a lidar com as incertezas e perder o medo de investir.

Afinal, investir não é arriscado?

Questionar se investir não é arriscado demais é natural, pois estamos acostumados a associar investimentos à possibilidade de perder dinheiro.

Por falta de clareza sobre o mercado financeiro, muitas pessoas enxergam as aplicações como uma espécie de “aposta” com pequenas chances de ganhos, como ocorre nas loterias.

Mas essa visão é completamente equivocada, porque os investimentos não têm nada a ver com “sorte ou azar”, e sim com estratégia e conhecimento.

Se os riscos existem? É claro que sim, mas eles são perfeitamente gerenciáveis e não são tão diferentes de outros riscos que corremos na vida financeira.

Por exemplo, ao manter todo o seu salário na conta corrente, você arrisca gastá-lo sem nem ver. Além disso, só de deixar o dinheiro parado na conta você já está correndo o risco de perder poder de compra, pois a inflação continua agindo na economia.

Aliás, você sabe o que é inflação e por que seu bolso e sua vida são afetados por ela? Aqui você confere um conteúdo completo sobre o assunto.

No caso dos investimentos, os ganhos podem compensar os riscos e você só precisa conhecer bem a aplicação ou ativo para investir com mais segurança.

Quão arriscado é investir?

Ninguém pode afirmar que investir não é arriscado, mas existem diferentes tipos e graus de risco e estratégias que ajudam a minimizar a incerteza no mercado financeiro.

Por exemplo, investir em CDB (Certificado de Depósito Bancário) com liquidez diária tem um risco baixo, já que o valor é garantido pela instituição financeira, pode ser movimentado a qualquer momento e a rentabilidade é conhecida no momento da aplicação.

Mesmo que o banco quebre, o dinheiro ainda é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) até o limite de R$ 250 mil aplicados. Só que é preciso tomar cuidado para que toda essa segurança não jogue a rentabilidade lá para baixo. Lembre-se: quanto menor o risco, menor tende a ser a rentabilidade.

Aqui explicamos qual a diferença entre rentabilidade e liquidez.   

E se você estiver disposto e tiver conhecimento suficiente para encarar alguns riscos e volatilidade nas suas aplicações, terá um potencial de ganho muito maior. É o caso das ações, por exemplo, que oferecem perspectivas de excelentes retornos a longo prazo, embora tenham risco maior devido à sua volatilidade (sobe e desce constante dos preços), especialmente no curto prazo.

De qualquer forma, você pode ir assumindo riscos aos poucos na sua jornada de investidor, começando pelos ativos mais seguros até pegar confiança para fazer aplicações mais arrojadas.

3 principais tipos de riscos para avaliar seus investimentos

Na hora de decidir sobre um investimento, você precisa analisar alguns tipos de risco, além da rentabilidade. Veja quais são os principais.

1. Risco de mercado

O risco de mercado está associado às variações de preços e índices que afetam os investimentos. Basicamente, é a probabilidade de não ter o retorno esperado ou até sofrer perdas por causa dos movimentos de preços e flutuações da economia, dependendo das classes de ativos que compõem sua carteira.

Por exemplo, o risco de mercado das ações está na variação constante de preços conforme oferta e demanda na bolsa de valores. Já o risco dos títulos de renda fixa está na oscilação dos juros, já que seus preços e rendimentos diminuem conforme a taxa Selic e o CDI caem.

Quer saber mais sobre renda fixa? Conheça as melhores opções para investir com segurança.

2. Risco de liquidez

A liquidez é o grau de facilidade com que você pode transformar um ativo em dinheiro — ou seja, resgatar o que você aplicou — sem perder nada.

Logo, um investimento com prazo de resgate longo ou difícil de vender no mercado financeiro tem um risco de liquidez mais elevado, enquanto um ativo fácil de resgatar ou vender apresenta um risco de liquidez baixo.

Nesse caso, o perigo é acabar precisando do dinheiro e ter que resgatar antes do prazo — o que quase sempre gera perdas financeiras.

3. Risco de crédito

O risco de crédito é a probabilidade de não receber a remuneração prometida da instituição responsável pelo investimento.

Ele está associado, principalmente, aos títulos de renda fixa privados, como debêntures.

Quando você compra um desses títulos de dívida, está adquirindo uma “promessa de pagamento”, pois a empresa deverá remunerá-lo com juros sobre o capital investido.

Mas, se por alguma razão a organização não cumprir com sua parte, o investidor corre o risco de perder o dinheiro investido.

5 dicas para tornar seu investimento menos arriscado

Investir não será tão arriscado se você conhecer bem os riscos envolvidos e souber contorná-los com estratégias inteligentes.

Veja algumas dicas para aplicar seu dinheiro com mais segurança.

1. Conheça seu perfil de investidor

O primeiro passo para começar a investir é descobrir qual o seu perfil de investidor.

De modo simplificado, você pode ser classificado como:

  • Conservador: prioriza segurança sobre rentabilidade
  • Moderado: busca equilibrar risco e retorno
  • Arrojado: assume riscos altos para ganhar mais

 

Depois de fazer essa análise, você saberá qual é sua tolerância ao risco e até onde você pode se arriscar.

2. Comece pelos menos arriscados

Obviamente, o investidor iniciante deve começar pelos ativos e aplicações de risco mais baixo — os de renda fixa.

Uma alternativa é aplicação em CDB da Neon, que oferece rendimentos crescentes conforme o tempo de permanência com o título, tem liquidez diária e você pode começar a investir a partir de R$ 10.

Só depois de dominar essa classe é que você poderá assumir riscos maiores na renda variável.

3. Tenha sua reserva de emergência

Uma reserva de emergência suficiente para cobrir entre 6 e 12 meses das suas despesas fixas é essencial para começar a investir.

Afinal, você precisa ter uma segurança financeira caso surjam imprevistos e também para conseguir colocar parte do dinheiro em ativos com maior risco de liquidez.

Veja aqui todos os detalhes sobre o que é a reserva de emergência e como montar uma.

4. Diversifique sua carteira

Já ouviu falar da máxima “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”?

Essa é a regra número um do mercado financeiro: você precisa diversificar seus ativos para diluir os riscos e não depender de poucas aplicações para ter algum retorno.

Assim, se um investimento vai mal, o retorno de outro ativo pode compensar — e você nunca perde tudo de uma vez.

5. Avalie as classificações de risco

Por fim, a melhor forma de se proteger do risco de crédito é avaliar o chamado “rating” (classificação de risco) das instituições.

As principais agências de rating do mercado são a Standard & Poor’s (S&P), Fitch e Moody’s, que utilizam escalas de A a C para determinar a qualidade de crédito de bancos, financeiras e empresas.

 

Entendeu por que investir não é tão arriscado, desde que você saiba onde está se metendo? Para você se sentir ainda mais seguro, aqui mostramos todas as dicas sobre como aprender a investir do zero e multiplicar seu dinheiro.

Depois comente com a gente se você ganhou coragem para começar a investir.

 

Você também poderá se interessar:

+ 8 cursos gratuitos que vão te ensinar sobre investimentos

+ 6 dicas de aplicações financeiras mais rentáveis

+ 5 filmes sobre mercado financeiro que você precisa ver

Comentários