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Já ouviu falar no FGC? Entenda o que é e como funciona

Time Neon

O mundo dos investimentos é uma verdadeira sopa de letrinhas: CDB, LCI, LCA e por aí vai. Uma sigla bem importante para você conhecer é FGC, ou seja, Fundo Garantidor de Créditos.

O FGC não é uma aplicação financeira, mas sim um mecanismo de proteção para quem investe em alguns produtos financeiros.

Não entendeu? Te explicamos: basicamente, é um fundo mantido por instituições financeiras, entre elas, bancos e financeiras.

Ele serve como uma reserva de dinheiro criada ao longo do tempo para “socorrer” nós, investidores, em caso de uma instituição falir ou quebrar.

Ok, mas quando esse dinheiro é acessado?

Bem, você já deve ter ouvido histórias de bancos que quebraram. Pois bem, essa não é uma situação tão comum (ainda bem, né?!), mas é justamente para evitar que clientes dessas instituições saiam no prejuízo que o FGC foi criado.

Ele nada mais é que uma associação civil sem fins lucrativos, de natureza privada, que tem como objetivo oferecer garantia de créditos aos clientes das instituições participantes do fundo.

Você deve estar se perguntando: legal, mas eu não sou dono de banco. Então o que o FGC significa para mim? Muito! E vamos te explicar a seguir.

O que o FGC garante?

Imagine que você tem um dinheiro guardado na poupança e uma quantia investida em CDB do mesmo banco, por exemplo. Todo esse dinheiro está em uma só instituição financeira, certo?

Aí, depois de uma crise, esse banco quebra e, sem recurso, não vai mais conseguir te devolver o dinheiro aplicado. E agora?

É aí que entra em ação o FGC pra salvar seu dinheiro!

Mas é preciso ficar atento: o fundo não cobre todo e qualquer tipo de investimento. Veja a lista de produtos garantidos pelo FGC:

  • Poupança;
  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);
  • LCI (Letras de Crédito Imobiliário);
  • LCA (Letras de Crédito do Agronegócio);
  • LC (Letras de Câmbio);
  • RDB (Recibo de Depósito Bancário);
  • LI (Letras Imobiliárias);
  • LH (Letras Hipotecárias).
  • Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
  • Depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado;
  • Depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;
  • Operações compromissadas que têm como objetivo títulos emitidos após 8 de março de 2012 por empresa ligada.

 

Novas regras

Desde dezembro de 2017, a garantia oferecida pelo FGC passou a ter novas regras. Atualmente, a cobertura do FGC é limitada a R$ 250 mil por pessoa (CFP) ou por empresa (CNPJ), desde que essa quantia esteja na mesma instituição ou no mesmo conglomerado financeiro.

Mas atenção: o limite é de R$ 1 milhão por investidor. Na prática, você só poderá manter R$ 250 mil investidos em quatro instituições distintas.

E esse teto tem um prazo de validade, sabia?

Funciona assim: a cobertura do FGC vai até R$ 1 milhão por um prazo de quatro anos, regra que vale para investimentos contratados até 21 de dezembro de 2017.

Quem já foi socorrido pelo FGC, terá o valor deduzido do limite garantido pelo fundo.

Por exemplo, caso você tenha usado R$ 250 mil, pelos próximos quatro anos, sua garantia será de R$ 750 mil. Assim, quando esse período acabar, a garantia é renovada.

O que o FGC não garante

Embora o fundo cubra uma série de aplicações financeiras (como falamos ali em cima), vale lembrar que algumas operações não são cobertas. Veja quais são:

  • Depósitos, empréstimos e outros recursos captados no exterior;
  • Letra Imobiliária (LI);
  • Letra Imobiliária Garantida (LIG);
  • Depósitos judiciais.

 

Então, como o FGC me ajuda no dia a dia?

O resumo da ópera é o seguinte: se o banco em que comprou o seu CDB ou deixou uma graninha na poupança nunca quebrar (lembrando que é muito, mas MUITO difícil um banco quebrar), você nunca precisará se preocupar com o tal do FGC.

Mas como todo cuidado é pouco, não custa nada conhecer esse mecanismo de proteção, não é mesmo? Assim você já fica preparado para uma situação inesperada.

Ah, para você ficar bem tranquilo(a), os investimentos da Neon são CDBs emitidos por nosso parceiro, o Banco Votorantim que é uma instituição financeira conhecida por ser séria e sólida no mercado. E, claro, contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Você pode investir a partir de R$ 10 no CDB da Neon, com toda a segurança e tranquilidade.

Ficou com alguma dúvida? Escreva pra gente ;)

 

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