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7 opções de aplicações financeiras mais rentáveis para você investir

Time Neon

Atualizado em 20 de abril de 2021

Chega o começo do ano e quem resolveu as pendências financeiras vai atrás de investimentos para fazer a grana render mais. Esse é o seu caso?

Pois saiba que existem muitas possibilidades de aplicações financeiras mais rentáveis que a poupança para colocar o dinheiro para trabalhar para você.

As opções existentes vão desde investimentos mais conservadores, como o Tesouro Direto, até alternativas mais arriscadas, como ações de empresas na bolsa de valores.

Já falamos sobre isso aqui, mas não custa lembrar: cada investimento é adequado a um perfil de investidor, conforme o risco que se deseja correr, os prazos de resgate do dinheiro, as necessidades e os tipos de objetivos.

Em resumo: não existe o melhor investimento nem uma resposta certa para a pergunta “qual a melhor aplicação financeira?”, mas sim uma estratégia que é mais indicada para o seu caso e para a sua realidade!

De qualquer forma, para te ajudar a fazer escolhas financeiras inteligentes e saudáveis para o seu bolso, aqui vamos explicar alguns conceitos básicos que você precisa conhecer antes de começar a investir.

E, claro, também mostraremos algumas opções de melhores aplicações financeiras.

Vem com a gente!

Conceitos básicos para conhecer e investir com inteligência

Tripé dos investimentos

Antes de conhecer quais são algumas das principais aplicações financeiras mais rentáveis e como investir seu dinheiro, você precisa entender o que é o “tripé dos investimentos”, o qual reúne os três fatores essenciais para analisar qualquer aplicação:

  • Rentabilidade: é o retorno obtido com o investimento, ou seja, o que você ganha por deixar seu dinheiro aplicado nele
  • Liquidez: é a facilidade com que um ativo pode ser transformado em dinheiro quando necessário sem gerar perdas (ou seja: o quão rápido você consegue resgatar seu dinheiro investido)
  • Risco: é a probabilidade de que retorno do investimento seja menor do que o esperado ou até mesmo negativo

 

Saiba mais sobre as diferenças entre os conceitos de rentabilidade e liquidez.

Toda vez que você for aplicar seu dinheiro, deverá considerar esses três critérios e as seguintes lógicas:

  • Quanto maior a rentabilidade esperada, maior tende a ser o risco
  • Quanto maior a rentabilidade esperada, menor tende a ser a liquidez
  • Quanto menor a liquidez, maior tende a ser o risco

 

Ou seja: para ganhar mais, é preciso se arriscar mais. Da mesma forma, quanto mais tempo você deixa o dinheiro aplicado, maior é o retorno do investimento.

Renda fixa e renda variável

O mercado financeiro é dividido em duas grandes modalidades de investimentos:

  • Renda fixa: reúne os investimentos que têm sua rentabilidade conhecida desde o início da aplicação (ou seja: você sabe quanto vai ganhar ou consegue calcular por meio de um índice de referência), como títulos públicos, CDBs e LCIs/LCAs
  • Renda variávelabrange os investimentos com rentabilidade imprevisível e alta volatilidade, como ações e câmbio

 

Aqui você confere um artigo completo sobre como a renda fixa funciona e as respostas para 8 dúvidas frequentes.

De modo geral, a renda fixa remunera o investidor com juros em troca do “empréstimo” do dinheiro, enquanto a renda variável gera ganhos de capital por meio de seus ativos.

Obviamente, você deverá começar pela renda fixa para ter alguma previsibilidade de retorno e correr riscos menores, para depois explorar as oportunidades de ganhos maiores na bolsa de valores e renda variável em geral.

Investimentos de curto, médio e longo prazo

Outro ponto importante antes de escolher onde investir seu dinheiro é definir quais são os objetivos dos seus investimentos a curto, médio e longo prazo:

  • Curto prazo: aplicação para ser resgatada entre um e dois anos. Por exemplo, investimento para uma viagem ou para reformar a casa
  • Médio prazo: aplicação para ser resgatada entre dois e dez anos. Por exemplo, investimento para mudar de país ou abrir um negócio
  • Longo prazo: aplicação para ser resgatada depois de mais de dez anos. Por exemplo, investimento para aposentadoria ou independência financeira

 

Ter clareza sobre esses prazos é importante para que você invista seu dinheiro nas aplicações financeiras certas e, assim, ele de fato trabalhe para você.

7 opções de aplicações financeiras mais rentáveis que a poupança

A poupança não é uma opção de investimento aconselhável se você quer ver o seu dinheiro ganhar rentabilidade. Em 2020, por exemplo, a poupança teve um rendimento inferior à inflação.

Isso significa que quem deixou o dinheiro parado na poupança perdeu poder de compra, já que o crescimento da inflação foi maior do que o rendimento da caderneta.

Então, está mais do que na hora de você optar por um investimento melhor que a poupança e buscar por aplicações financeiras mais rentáveis. Vamos mostrar algumas dessas opções a seguir.

1. CDB

Sigla para Certificado de Depósito Bancário, o CDB nada mais é que um título de renda fixa emitido por instituições financeiras (bancos e financeiras) para captar recursos.

Funciona assim: você “empresta” um dinheiro para o banco que, em contrapartida, te devolve o montante aplicado com juros (o rendimento), de acordo com o prazo de vencimento.

Em geral, os CDBs costumam ter o rendimento indexado ao CDI, que basicamente é uma taxa muito próxima à Selic.

Além disso, diversos CDBs contam com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o qual cobre até R$ 250 mil por CPF em caso de falência do banco que te vendeu o CDB, desde que a quantia esteja na mesma instituição ou conglomerado financeiro.

Existem três tipos de rentabilidade de CDB, veja:

  • Prefixado: esse tipo de CDB tem uma rentabilidade definida no momento da aplicação. Exemplo: CDB que paga uma taxa de 5% ao ano
  • Pós-fixado: a rentabilidade é atrelada a algum índice, como CDI. Por exemplo: CDB que paga 100% do CDI
  • Híbrida: é uma mistura de pré com pós-fixado. Ou seja, inclui uma taxa de juros prefixada mais a inflação (geralmente, o IPCA) acumulada em um determinado período. Exemplo: CDB que oferece IPCA + 3,5% ao ano

 

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Quer saber mais sobre onde e como investir com pouco dinheiro? Veja um artigo completo sobre o assunto.

2. Tesouro Direto

Já ouviu falar nele? O Tesouro Direto é um programa que foi lançado em 2002 pelo Tesouro Nacional. Por meio dele, o investidor pessoa física pode investir em títulos públicos, que são papéis da dívida pública federal.

Em outras palavras, você “empresta” seu dinheiro por um prazo (cada título tem um) e, no vencimento do título, o Tesouro devolve para você a quantia investida com um rendimento.

No Tesouro Direto, são disponibilizados três tipos de títulos públicos:

  • Títulos prefixados: possuem uma taxa de juros prefixada, ou seja, você sabe exatamente quanto vai ganhar no momento do investimento
  • Títulos pós-fixados: têm sua rentabilidade atrelada a indicadores de referência como a taxa Selic, ou seja, os rendimentos finais dependem da oscilação do índice
  • Títulos híbridos: têm sua rentabilidade composta pela variação da inflação e mais uma taxa de juros prefixada (ex.: IPCA + 3%)

 

Aqui você confere um artigo completo sobre o que é o Tesouro Direto e como investir em títulos públicos.

3. LCI e LCA

Na sopa de letrinhas do mercado financeiro, duas siglas ficaram bem famosas nos últimos anos: LCI e LCA. Já ouviu falar nelas? São a Letra de Crédito Imobiliário e a Letra de Crédito do Agronegócio.

Assim como o CDB, esses são títulos de renda fixa emitidos pelos bancos. A diferença é que o dinheiro que os bancos captam com LCI e LCA é emprestado para projetos no setor imobiliário (LCI) e no agronegócio (LCA).

Uma das principais vantagens desses investimentos é que eles são isentos de Imposto de Renda.

4. Letra de Câmbio

A Letra de Câmbio (LC) é um investimento em renda fixa normalmente disponibilizado por instituições financeiras de crédito e financiamento. O investidor “empresta” seu dinheiro ao comprar LCs e, em troca, as empresas devolvem o valor corrigido com uma taxa de juros.

Vale destacar que LC, LCI e LCA são investimentos cobertos pelo FGC, sendo assim opções seguras para os investidores.

Porém, as LCs não têm isenção do Imposto de Renda.

5. Fundos de investimento

Os fundos de investimento possuem um conjunto de recursos de diversos investidores com o objetivo de comprar determinados ativos financeiros, por exemplo, renda fixa, ações e multimercados (uma mistura de renda fixa e ações).

Cada fundo tem um gestor, profissional responsável por estudar o mercado e decidir onde aplicar o dinheiro que foi captado dos investidores.

Um dos tipos de fundos mais comuns, e você já deve ter ouvido falar nele, é o fundo DI. A preferência do brasileiro por esse produto não é à toa: é um dos fundos mais simples.

Geralmente indicado para investidores de perfil conservador, o fundo DI investe a maior parte do dinheiro em papéis atrelados à taxa básica de juros da economia (a Selic) ou em títulos indexados ao CDI.

Na prática, o rendimento do fundo DI acaba seguindo a trajetória da taxa básica de juros. Por isso, é um investimento de baixo risco e recomendado para montar a reserva de emergência, por exemplo.

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É possível saber o rendimento do fundo escolhido consultando o extrato enviado pela instituição financeira (banco ou corretora). Cada fundo tem um rendimento diferente, conforme os movimentos feitos pelos gestores.

6. Ações

Algum amigo ou parente já falou que colocou uma parte do dinheiro em ações na bolsa? Pois é. O investimento em ações de empresas tem ficado mais comum no Brasil.

É unânime entre os especialistas de finanças: investir em ações ajuda a diversificar os investimentos, principalmente se seu objetivo for de longo prazo. Mas atenção: não é qualquer um que tem estômago para esse tipo de aplicação financeira.

Por isso, faça uma boa pesquisa antes de sair comprando ações, entenda bem em qual empresa quer investir e procure notícias e informações sobre o tema.

Uma alternativa é aplicar por meio de fundos de ações ou ETFs (fundos que seguem alguns dos índices de ações da bolsa).

Além disso, cuidado para não se basear apenas no rendimento do Ibovespa, o principal índice de ações da bolsa brasileira. Ele é apenas um indicador.

Cada papel vai ter um desempenho específico que varia conforme o mercado, as notícias econômicas e políticas, os resultados das próprias empresas, questões internacionais e por aí vai.

Por isso também é importante diversificar: comprar ações de empresas diferentes e de segmentos diversos.

Por exemplo, se você comprou uma ação de uma empresa varejista de roupas, procure comprar outra em um setor completamente diferente, como químico, de energia ou mineração. Em caso de uma crise em um setor, o outro ainda protege a sua carteira.

Caso você esteja interessado em seguir por esse caminho, neste artigo mostramos 6 passos para começar a investir na bolsa de valores sem mistérios.

7. Fundos imobiliários

Fundos imobiliários são fundos com os quais você pode comprar uma parte de um imóvel (ou conjunto de imóveis), a qual é chamada de “cota”.

Os FIIs são investimentos mais diretos para quem precisa de renda extra, pois você recebe mensalmente uma parte do aluguel dos imóveis do seu fundo (que não é tributada pelo Imposto de Renda).

Claro que para receber dividendos significativos você deverá ter uma quantidade expressiva de cotas, mas a ideia é que você vá construindo o seu patrimônio aos poucos, dia após dia.

De qualquer forma, é importante lembrar que os fundos imobiliários são investimentos de renda variável, por isso têm um risco mais elevado e são recomendados para perfis mais agressivos. Por isso, você precisa estudá-los com atenção antes de fazer qualquer compra.

Vale procurar por sites de análise e fazer uma boa leitura das regras do fundo antes de comprar. Como tudo na vida, pesquisar antes de comprar e deixar o impulso de lado sempre são as melhores alternativas.

 

Lembre-se que a melhor escolha para a sua estratégia de investimento é aquela que faz mais sentido para a sua realidade financeira hoje e que está alinhada com os seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Além disso, ao adentrar o mundo dos investimentos você verá como é importante diversificar sua carteira e se manter atualizado sobre as movimentações do mercado financeiro.

Para te ajudar, aqui você confere uma lista com 10 aplicativos para acompanhar investimentos e notícias do mercado.

O que achou das informações sobre algumas das principais aplicações financeiras mais rentáveis? Conta para a gente nos comentários se você já conhecia alguma delas!

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