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Conceito de finanças pessoais: 7 dicas para colocar em prática

Time Neon

O conceito de finanças pessoais é seu maior aliado para alcançar seus objetivos financeiros e prosperar.

Ele engloba todas as práticas que você precisa adotar para controlar seu orçamento, poupar dinheiro, usar o crédito com sabedoria, investir, entre outras ações necessárias para uma vida financeira equilibrada.

Nos tópicos a seguir, vamos entender o que significa o conceito de finanças pessoais e como você pode usá-lo para construir uma relação mais saudável com seu dinheiro:

Leia com atenção e cuide melhor do seu dinheiro com nossas dicas.

Qual o conceito de finanças pessoais?

O conceito de finanças pessoais abrange todas as atividades que envolvem dinheiro e decisões financeiras de uma pessoa ou família. Ele pode se referir à disciplina que estuda os conceitos da organização financeira pessoal e também à indústria que se dedica a oferecer soluções para o controle das finanças.

De qualquer forma, as finanças pessoais estão relacionadas ao orçamento doméstico, planejamento de gastos, investimentos, uso do crédito, planejamento da aposentadoria e outras questões que determinam a sua relação com o dinheiro.

Também fazem parte desse conceito a educação financeira, o planejamento tributário pessoal e o relacionamento com instituições como bancos, corretoras de investimentos e fintechs.

Em resumo, tudo o que envolve dinheiro e patrimônio na sua vida pessoal está dentro do escopo das finanças pessoais.

Por isso, é fundamental se aprofundar nesse conceito para gerenciar melhor seus recursos e alcançar objetivos, como a compra de bens, a prosperidade e a independência financeira.

Importância das finanças pessoais

Entender o conceito de finanças pessoais é obrigatório para gerenciar corretamente seu dinheiro e alcançar suas metas financeiras.

Historicamente, o Brasil tem uma trajetória de acesso precário à educação financeira e uma população que faz um uso equivocado do dinheiro, com pouco controle sobre os gastos, uma tendência forte ao consumo imediato e falta de cultura de investimento.

Para você ter uma ideia, uma pesquisa histórica do SPC Brasil mostrou que quase metade dos brasileiros (48%) não controlam o próprio orçamento. Isso significa que grande parte da população confia apenas na memória para controlar seus ganhos e gastos, e não faz nenhum tipo de registro.

Além disso, o país tem mais de 62 milhões de endividados, segundo um levantamento do Serasa divulgado na Agência Brasil. Muito dessa dificuldade em gerenciar o orçamento vem do nosso histórico de hiperinflação dos anos 1990 e instabilidade econômica.

Como as pessoas se acostumaram a gastar rapidamente o dinheiro antes que ele perdesse valor, é mais difícil absorver os conceitos de finanças pessoais e entender a importância de guardar dinheiro, investir e se planejar para o futuro.

Mas, nos últimos anos, houve alguns avanços nesse sentido e os brasileiros são cada vez mais incentivados a estudar gestão financeira pessoal — inclusive com a entrada da disciplina nas escolas públicas.

Para você, que tem vários objetivos financeiros e quer fazer seu dinheiro render, é importantíssimo estar por dentro das boas práticas das finanças pessoais.

7 dicas para cuidar bem das finanças pessoais

Agora que você entendeu o conceito de finanças pessoais, podemos partir para as dicas que vão ajudar na sua jornada de gestão financeira.

Confira as mais importantes:

1. Controle seus ganhos e gastos

O primeiro passo para incorporar o conceito de finanças pessoais ao seu dia a dia é ter um método para controlar seus ganhos e gastos.

Esse é o ponto de partida para cuidar do seu dinheiro, pois você precisa de um diagnóstico preciso das suas movimentações financeiras para criar um orçamento.

A dica é usar nossa planilha de gastos mensais para controle financeiro pessoal, que já vem com todos os recursos que você precisa para registrar o que entra e sai da sua conta todo mês.

São duas versões prontas para serem usadas, basta baixar a de sua preferência.

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2. Crie seu orçamento

Após saber exatamente quais são suas receitas e despesas, você já pode fazer um orçamento pessoal, que é basicamente uma estimativa de ganhos e gastos que ajuda você a se planejar financeiramente.

Aqui no blog, nós já apresentamos várias estratégias para controle de orçamento, como o método dos potes e o método 50-30-20.

O objetivo é distribuir sua renda mensal de forma que você consiga cobrir suas despesas essenciais (aluguel, contas, plano de saúde, etc.), tenha dinheiro para as despesas variáveis (lazer, delivery, imprevistos, etc.), e ainda consiga poupar e investir uma porcentagem considerável (entre 5% e 20% da sua renda mensal).

Quer aprender a organizar de vez o seu dinheiro? Confira no vídeo abaixo dicas de organização financeira:

3. Saia das dívidas

Se você tem dívidas atrasadas, elas devem ser sua prioridade na organização das finanças pessoais. Isso porque o endividamento é sinônimo de prejuízo contínuo com os juros compostos, e a situação pode se agravar e se transformar em uma bola de neve facilmente.

Então, some tudo o que você deve e procure formas de negociar com seus credores — se nada der certo, um empréstimo pessoal para quitar tudo de uma vez e reduzir os juros pode ser uma saída.

Veja aqui como negociar dívidas passo a passo.

4. Tenha uma reserva de emergência

A reserva de emergência é uma quantia guardada especialmente para imprevistos que pode salvar sua vida financeira. Ela deve ser proporcional aos riscos aos quais você está exposto dependendo da sua ocupação e fonte de renda.

Por exemplo, um autônomo tem uma profissão mais instável e deve guardar dinheiro suficiente para cobrir suas despesas por cerca de 12 meses, enquanto um funcionário público com estabilidade pode ter uma reserva para 6 meses.

Temos um e-book gratuito completo sobre o assunto, explicando passo a passo como guardar dinheiro e montar a sua reserva de emergência. Baixe agora mesmo!

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5. Use o crédito com sabedoria

O crédito é um instrumento importante para aproveitar oportunidades quando você não tem o dinheiro à vista, mas pode se transformar em um vilão quando mal utilizado.

O maior risco é se endividar e acabar entrando nas linhas mais caras do mercado, como o famoso crédito rotativo, que pode cobrar juros de mais de 300% ao ano.

Por isso, é importante saber usar seu cartão de crédito e se planejar muito bem antes de pedir um empréstimo ou contratar um financiamento.

Aqui explicamos como contratar seu empréstimo com segurança.

6. Pense no futuro e resista às tentações

O maior erro de quem não entende o conceito de finanças pessoais é se deixar levar pelos desejos imediatos e compras por impulso.

Para ter uma vida financeira equilibrada, você precisa aprender a controlar o consumismo e pensar no amanhã. Se você gastar tudo o que você tem hoje, nunca conseguirá construir patrimônio e alcançar seus objetivos.

Comece aos poucos, guardando pelo menos 5% da sua renda, e vá aumentando até conseguir poupar 20% do que você ganha para metas como comprar uma casa, fazer uma viagem ou se aposentar com tranquilidade.

É claro que esses números são apenas sugestões. O importante é encaixar a porcentagem à sua realidade financeira e poupar sempre, mesmo que seja um pouco por mês.

7. Comece a investir

Aprender a investir é outra lição essencial das finanças pessoais, pois, quando você investe seu dinheiro, consegue multiplicar seu patrimônio e fazer os juros trabalharem a seu favor.

Comece aplicando sua reserva de emergência em um produto de renda fixa como o CDB Neon para ter um retorno acima da poupança, e vá estudando o mercado financeiro para conseguir opções com maior rentabilidade.

Veja alguns dos melhores investimentos para aplicar o seu dinheiro.

3 erros a evitar na gestão das finanças pessoais

Nossas dicas são um ótimo começo para colocar em prática o que o conceito de finanças pessoais propõe, mas você também precisa ficar atento aos erros que pode cometer no caminho.

Veja quais atitudes evitar.

Não falar sobre finanças em casa

Um dos erros mais comuns nas finanças pessoais é tratar o assunto como um tabu e não falar sobre dinheiro com o parceiro, os filhos e outras pessoas que convivem com você e dividem gastos.

É muito importante introduzir o tema no dia a dia e discutir o orçamento em conjunto, para que todos se responsabilizem pela gestão financeira e persigam as mesmas metas.

Perder o controle do orçamento

Muitas vezes, as pessoas começam a registrar os gastos e ganhos, e ficam empolgadas com isso, mas vão desanimando e deixando o hábito de lado com o tempo.

Se você quer gerenciar melhor seu dinheiro, precisa fazer do controle financeiro um compromisso diário, semanal e mensal.

Lembre-se: é isso que vai definir sua capacidade de atingir seus objetivos e ter um futuro melhor.

Investir antes de quitar suas dívidas

Não cometa o erro de começar a investir antes de pagar todas as suas dívidas, pois certamente você vai pagar juros mais altos do que vai receber em rendimentos.

Pode parecer uma boa ideia, mas acredite: com essa atitude você só vai perder dinheiro e adiar suas possibilidades de ganhos.

 

Gostou das dicas para adotar o conceito de finanças pessoais na sua vida? Conta para a gente nos comentários se você já seguia alguma das práticas e quais pretende adotar.

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