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Segurança digital: guia para proteger seu dinheiro na internet

Time Neon

A segurança digital deveria ser uma das suas preocupações diárias ao navegar na internet, fazer compras online ou acessar suas contas.

A todo momento, cibercriminosos estão à espreita criando estratégias e golpes para capturar seus dados e roubar seu dinheiro.

Como resultado, as ameaças cibernéticas vêm se multiplicando e podem chegar até você na forma de um e-mail, um link no WhatsApp, um formulário falso em uma loja virtual e vários outros formatos.

Por isso, vamos mostrar o panorama da segurança digital e ajudar você a proteger suas informações e seu bolso a partir dos seguintes tópicos:

 

Siga a leitura e fique por dentro das medidas de segurança na era digital.

O que é segurança digital?

Segurança digital é a área da Tecnologia da Informação (TI) que se dedica a proteger sistemas, redes e dados de ciberameaças.

No caso, as principais ameaças digitais são ataques de hackers que utilizam vírus, códigos maliciosos e táticas de engenharia social para roubar informações confidenciais e extorquir pessoas e empresas.

Logo, a segurança digital se encarrega de bloquear qualquer possibilidade de invasão e interceptação de informações nas infinitas trocas de dados que ocorrem em nossas atividades diárias.

A maior parte do trabalho é preventiva e busca mapear todas as falhas e vulnerabilidades dos sistemas para impedir que cibercriminosos se aproveitem de qualquer brecha para acessar e alterar dados.

Hoje, todos os sites, apps e redes sociais que acessamos online adotam medidas de segurança digital para proteger nossos dados, desde a conta de e-mail até o app de mensagens instantâneas.

Isso é necessário porque os ciberataques têm se multiplicado na mesma velocidade dos serviços digitais — e se tornado cada vez mais sofisticados.

Importância da segurança digital

A segurança digital se tornou prioridade em um mundo cada vez mais conectado. Da mesma forma que você se preocupa em proteger sua casa e seus bens físicos, também precisa garantir que suas informações digitais estejam seguras.

Na internet e em redes empresariais, por exemplo, nós compartilhamos dados pessoais, senhas de contas, credenciais, senhas de cartões e outras informações privadas.

Se um criminoso tiver acesso a tudo isso, ele pode facilmente roubar identidades, clonar cartões e contas, roubar e sequestrar dados confidenciais, entre outros golpes.

E com o avanço da transformação digital essas ameaças têm crescido exponencialmente. Segundo um relatório da empresa Apura, as ameaças cibernéticas cresceram quase 400% durante a pandemia do coronavírus.

Em menos de um ano foram registradas mais de 272,5 milhões de ocorrências, com destaque para ataques em sites, aplicativos de mensagens, redes sociais e fóruns de discussão.

O relatório ainda contabilizou mais de 958 mil CPFs, 592 mil cartões internacionais, 262 mil cartões nacionais e 220 milhões de credenciais de acesso expostos em vazamentos de dados.

Além disso, os golpes virtuais praticamente triplicaram, segundo um levantamento da PSafe. Com esses números, fica clara a importância da segurança digital, não é mesmo?

O que é feito para prover a segurança digital no Brasil

Hoje, o Brasil está em 18º lugar no ranking global de cibersegurança da ONU e em 3º lugar nas Américas.

A metodologia considera cinco aspectos em relação ao enfrentamento dos riscos cibernéticos:

  1. medidas jurídicas;
  2. medidas técnicas;
  3. medidas cooperativas;
  4. medidas organizacionais;
  5. medidas de capacitação.

 

O governo brasileiro também lançou um sistema para controle dos riscos de segurança baseado nas normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que trouxe uma base importante de segurança digital ao estabelecer regras de proteção de dados pessoais.

No entanto, é importante lembrar que o Brasil é líder mundial em phishing, um tipo de golpe que “fisga” informações privadas de usuários por meio de links fraudulentos.

Além disso, muitas empresas ainda estão dando seus primeiros passos para criar políticas de cibersegurança efetivas — muitas vezes motivadas pelas exigências da LGPD.

Um setor que está bastante à frente na segurança digital é o financeiro, dada a natureza altamente confidencial dos dados processados em bancos, corretoras, fintechs e outras instituições.

Para proteger os dados de seus clientes, essas empresas utilizam diversos recursos de autenticação, criptografia de dados e prevenção de ciberataques.

Como é a segurança dos bancos digitais?

Se você se preocupa com a segurança dos bancos digitais, saiba que eles podem ser até mais confiáveis do que os bancos tradicionais.

Isso porque as fintechs (startups focadas em soluções digitais para finanças) têm como principal característica a inovação.

Com isso, os bancos digitais acabam investindo nas tecnologias mais recentes e adotando os métodos mais avançados de criptografia e proteção de dados.

Um bom exemplo é a Neon, que utiliza tokens para validar a segurança no app e oferece a autenticação exclusiva por selfie e por digital.

Dessa forma, você consegue confirmar sua identidade de forma segura e evita que qualquer pessoa tenha acesso a sua conta bancária e dados pessoais.

4 golpes que ameaçam a segurança das informações digitais

1. Phishing e smishing

Como vimos, o phishing e o smishing estão entre os golpes mais comuns da internet. Ambos partem da mesma lógica: “pescar” dados de usuários com links fraudulentos e códigos maliciosos.

A diferença é que o phishing abrange mensagens enviadas por e-mail, redes sociais e sites, enquanto o smishing é o phishing via SMS.

Um exemplo comum é quando você recebe um e-mail com uma promoção boa demais para ser verdade ou um aviso de que ganhou um prêmio, e então é direcionado a um site para preencher um cadastro.

Esses sites são falsos e muitas vezes replicam sites de empresas confiáveis para convencer você a informar seus dados. Outros golpes instalam vírus e malwares a partir do próprio link enviado à vítima.

Para prevenir o phishing e o smishing, você deve manter seus antivírus e recursos de segurança atualizados e jamais clicar em links suspeitos enviados em qualquer canal.

2. Golpe do WhatsApp

O golpe do WhatsApp mais famoso consiste na clonagem da conta da vítima por um cibercriminoso.

Tradicionalmente, o golpista duplica ou invade o WhatsApp da vítima e começa a pedir dinheiro para familiares e amigos contando histórias tristes e usando desculpas esfarrapadas.

Em uma versão mais sofisticada do golpe, os criminosos enviam um link para desabilitar o mecanismo de verificação em duas etapas que protege as contas de WhatsApp.

Para não se tornar mais uma vítima, é importante usar a autenticação de dois fatores e jamais desativar esse recurso, além de desconfiar de qualquer pedido de dinheiro pelo app.

Veja como se proteger de golpes no WhatsApp.

3. Clonagem de cartão

Todos os dias, milhares de pessoas recebem uma notificação de uma compra que elas nunca fizeram no cartão de crédito.

É o que acontece quando você tem seu cartão clonado por um criminoso que conseguiu acessar seu nome, número do cartão, data de vencimento e código de segurança.

Para isso não acontecer com você, nunca compartilhe seu cartão de crédito com ninguém (muito menos envie fotos dele pelo WhatsApp) ou informe os dados dele em sites e links desconhecidos.

4. Ransomware

O ransomware merece um tópico à parte pelo crescimento dos ataques nos últimos anos. Basicamente, o criminoso usa um vírus para “sequestrar” os dados de uma pessoa ou empresa, cobrando um resgate para liberar o acesso às informações e não danificá-las.

A única forma de se proteger desse tipo de ataque é investir em recursos de segurança como antivírus e firewalls, além de medidas específicas para a proteção de contas de e-mail, redes e sites de empresas.

Como garantir a segurança digital: 5 dicas

Agora que você sabe tudo sobre segurança digital, vamos fechar com dicas para se proteger na internet:

  1. Utilize softwares e ferramentas de segurança digital
  2. Verifique sempre se um site ou app é seguro
  3. Utilize a autenticação de dois fatores
  4. Confira se as empresas atendem às regras da LGPD
  5. Nunca compartilhe ou confirme dados

 

Confira a seguir os detalhes de cada uma das dicas.

1. Utilize softwares e ferramentas de segurança digital

Existem vários softwares e ferramentas de segurança digital que protegem seus dispositivos e contas.

Além do clássico antivírus, é importante ter um antimalware, ativar seu firewall e utilizar recursos do navegador para reconhecer sites maliciosos.

Para proteger suas senhas sem se esquecer delas, você pode usar um gerenciador próprio para essa finalidade.

2. Verifique sempre se um site ou app é seguro

Os sites e apps falsos se multiplicam a todo momento na internet, e você precisa tomar muito cuidado com os links que acessa.

A regra de ouro é nunca abrir links desconhecidos e sempre verificar se você está em um domínio seguro, procurando o cadeado na barra de endereço.

3. Utilize a autenticação de dois fatores

A autenticação de dois fatores já está disponível na maioria dos sites e serviços digitais.

Esse recurso garante que um criminoso não conseguirá invadir sua conta mesmo se tiver sua senha, pois adiciona uma camada extra de segurança que pode ser um PIN, um código de verificação enviado por e-mail ou um registro biométrico.

Saiba mais sobre como se proteger com a autenticação de dois fatores.

4. Confira se as empresas atendem às regras da LGPD

Antes de fornecer seus dados a uma empresa, verifique se ela está em conformidade com as regras da LGPD.

Pela lei, as empresas precisam pedir seu consentimento para coletar e tratar seus dados, e também são obrigadas a informar a finalidade do processamento.

5. Nunca compartilhe ou confirme dados

Já deu para entender que a segurança digital existe basicamente para proteger seus dados, certo?

Eles são valiosos para os criminosos, que conseguem roubar dinheiro usando informações como nome, CPF, endereço, renda, ocupação, dentre tantos outros.

Então, tenha como princípio básico jamais confirmar ou fornecer dados a terceiros, principalmente a partir de links enviados por e-mail, redes sociais, apps de mensagens ou qualquer outro canal.

Se você receber uma solicitação desse tipo, contate a empresa responsável imediatamente.

 

E então, está mais informado sobre segurança digital? Aproveite e comente quais medidas você toma no dia a dia para proteger as suas informações.

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