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Finanças pessoais sem drama: o essencial pra mandar bem com seu dinheiro

Time Neon

Nunca é tarde para mudar. Isso também vale para você começar a lidar melhor com a grana. “Ah, mas já estamos em agosto. Deixa para o ano que vem”. Ei, quanto antes iniciar, melhor. Claro que não é uma tarefa fácil, exige disciplina, tempo e uma boa dose de planejamento. Não tem outro caminho que não passe pelo planejamento 

Afinal de contas, como mandar bem com seu dinheiro? A resposta certeira só você vai saber. Como assim? É simples: finanças pessoais são sobre o jeito que cada indivíduo se relaciona com as contas (gastos e receitas). Isso quer dizer que a minha fórmula para uma vida financeira melhor não é igual à do meu pai ou de um amigo, por exemplo. Ainda assim, algumas regrinhas são infalíveis e valem para a galera toda. E é nisso que vamos te ajudar!  

1. Saiba quanto você ganha e quanto gasta 

Dinheiro não leva desaforo pra casa. Já ouviu isso? Pois é, assim como nós gostamos de ser bem tratados, o dinheiro também curte um “afago”. Então, o primeiro passo é avaliar a sua real situação financeira. O jeito mais fácil, simples e prático de chegar a esse diagnóstico é montando um orçamento.  

Vale usar um bloquinho de papel, lápis ou caneta, ou recorrer a uma planilha no Excel (temos uma pra você). Também existem aplicativos de gestão financeira que ajudam a colocar as contas em dia. Independentemente da ferramenta escolhida, o mais importante é a atitude de olhar para as receitas (salário, aluguéis etc.) e gastos (fixos e variáveis).  

Feita essa lição de casa, você chegará ao resultado de quanto ganha e quanto gasta por mês. Não só descobrirá os valores, mas também entenderá se está “passando dos limites” ou, o que é melhor, tem dinheiro para poder investir. Esse raio-x vai ajudar não apenas a priorizar alguns pagamentos (dívidas, por exemplo), mas aumentar a capacidade de poupança, ou seja, o dinheirinho que você pode reservar para aplicações financeiras e, assim, engordar o patrimônio. 

 2. Corte gastos que não são essenciais 

Ao olhar para o orçamento, é muito importante parar e pensar se dá para cortar algumas despesas. Mas o quê? Bom, isso só você vai conseguir determinar. Afinal, o que é necessário para uma pessoa pode ser considerado supérfluo para outra. Nem sempre o cafezinho que você toma à tarde e te dá tanto prazer é um gasto a ser cortado. O ideal é abrir mão de coisas que realmente não vão fazer falta no dia a dia.  

Para facilitar o corte de gastos, lembre-se de objetivos como juntar dinheiro para viajar ou juntar dinheiro para casar. Ao pensar nesses sonhos, o processo de eliminar despesas se torna menos doloroso. Pacotes de TV por assinatura ou planos de celular podem ser trocados por alternativas mais baratas. Pare, pense e tome uma atitude. Quanto antes começar, mais dinheiro você vai economizar.  

3. Quite as dívidas 

Para ficar em paz com as finanças pessoais, é fundamental pagar o que se deve. Ninguém gosta de dormir à noite e sonhar com o empréstimo que não conseguiu pagar no banco, né? Se for o seu caso, é hora de começar a agir o mais rápido que puder e conseguir.  

Vamos lá: faça uma lista com todas as dívidas e as condições de cada uma: credor (pode ser o banco, uma loja ou mesmo amigos e familiares), prazo de pagamento, parcelas já quitadas e valor total da dívida - incluindo juros, multas, encargos e outras eventuais taxas embutidas. Lembre-se de considerar esse custo efetivo total da dívida, ou seja, não apenas a taxa de juros.  

Quem tem dívidas caras (aquelas com juros altíssimos, como cheque especial e cartão de crédito) deve correr atrás de uma linha de crédito mais barata, como consignado (nessa modalidade, as parcelas são descontadas diretamente do salário) ou empréstimo pessoal.  

Faça uma pesquisa ampla, considerando o(s) banco(s) onde tem conta e opções de empréstimo oferecidas por fintechs, por exemplo. Compare tudo direitinho e não saia tomando uma decisão sem fazer as contas. Se encontrar uma brecha, tente negociar a dívida com o credor. Use propostas que você recebeu como poder de barganha.   

4. Guarde dinheiro assim que receber o salário 

Sabe aquela história de guardar uma grana no fim do mês? Sim, não sobrou nada e você deixou esse objetivo para o mês que vem. E assim o ano passa... Para realmente poupar e investir, o ideal é separar uma quantia logo que o salário cai na sua conta. Antes das despesas? Exatamente. Funciona assim: se sua remuneração pinga no 5º dia útil, abra a conta corrente e já transfira o valor que deseja (e possa, conforme o orçamento que você fez lá atrás) para outro lugar.  

Se você está começando a navegar no mundo dos investimentos, pode mandar o dinheiro para a poupança, não tem problema. Claro que o ideal é aplicar essa grana em alternativas mais rentáveis, como o CDB da Neon. Não importa o quanto você ganha, comece com pouco. O mais importante é criar a disciplina de juntar dinheiro antes mesmo de pagar as despesas.  

 5. Mantenha a disciplina de juntar dinheiro sempre 

Para quem não é assalariado, tem remuneração variável ou trabalha por conta própria, já falamos aqui no blog sobre o Desafio das 52 semanas. Que tal começar por aí? Não custa lembrar que o essencial é criar o hábito de poupar e investir, mesmo que esse valor seja baixo no início. Outra opção, caso você sinta que não terá a disciplina necessária, é buscar uma aplicação financeira com débito automático em conta corrente. Na prática, é um jeito de evitar que você comece a guardar dinheiro hoje, mas se esqueça no mês que vem, e assim todo o esforço vai por água abaixo.  

Agora que você sabe o essencial para mandar bem com o dinheiro, não tem desculpa, hein? É hora de colocar a casa em ordem e criar uma relação sem drama com as finanças pessoais.  

Quer mais dicas para sair das dívidas, começar a juntar e investir melhor? Não deixe de olhar nossos outros posts aqui no blog. E lembre-se: para assumir as rédeas da sua vida financeira, é preciso foco. Conte com a gente 💙 

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