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ABRA SUA CONTA

Como sair das dívidas e começar a poupar dinheiro

Leandro Benincá

Antes de mais nada, acho que é importante eu me apresentar. E você vai entender bem o porquê disso, assim que eu te contar.

Meu nome é Leandro Benincá, hoje sou educador financeiro, mas até bem pouco tempo atrás eu era um ENDIVIDADO. E, se você tá lendo isso, eu acredito que essa seja a sua situação atual, não é? Dívidas e mais dívidas que te consomem.

Segura a minha mão, dá um abraço. A gente tá junto nessa. Eu sei o que você está passando. Há poucos anos eu estava nessa, tinha mais de R$ 150.000 em dívidas e EU CONSEGUI sair delas. E estou te contando isso justamente pra dizer que sim, É POSSÍVEL.

E eu escrevi este guia pra te ajudar a sair dessa, acabar com suas dívidas e começar a poupar dinheiro, para o resto da vida!

Tem muita informação aqui. E eu escrevi tudo isso justamente para quem quer sair das dívidas de verdade. Se já vai começar com preguiça de ler, então eu acredito que você não quer tanto assim, não é?

Aceita meu conselho: leia tudo, com calma e paciência. Eu prometo que tem informações aqui, neste guia, capazes de realmente mudar a sua vida. Mas você precisa se esforçar, e querer.

Bora lá? 

Manual para sair das dívidas

As dívidas

Provavelmente, este foi o maior motivo de você ter caído aqui. Porque este é o motivo que faz com que a maioria das pessoas "acorde" para a necessidade de olhar melhor para o próprio dinheiro e começar a prestar atenção nas finanças: o endividamento.

A maioria de nós (e eu me incluía nisso) não tem o costume de pensar no dinheiro, enquanto ele está "entrando". A gente só vai, só gasta…

"Passa no cartão, mês que vem eu pago".

Não é assim? Então, se esse é o seu motivo também, vamos começar por ela: a sua dívida.

Saiba quanto você deve

Isso até parece uma "Lei Universal das Finanças Pessoais" (que nunca foi escrita): quem está devendo não sabe o quanto deve.

Pillar_Page_Infograficos_LEI UNIVERSAL

Quer dizer, você até sabe que é "mais ou menos" um valor. Mas, o preço exato, a maioria não sabe.

Não se sinta mal com isso. É normal.

Mas MUDE ISSO IMEDIATAMENTE.

Você precisa saber o tamanho do bicho que está enfrentando. Aliás, não só o tamanho - precisa saber também o peso do bicho, a idade dele, o que ele come, do que ele tem medo… simplesmente não dá pra enfrentar um inimigo sem conhecê-lo.

Pare de ter medo das suas dívidas, de ficar fugindo, e bora lá descobrir o quanto você deve!

Pra isso, eu preparei um maravilhoso "Mini Guia de Perguntas a Fazer Para o Seu Credor" - pra não sobrar nenhuma dúvida!

Você vai puxar o telefone aí, ligar para o seu credor (a empresa ou pessoa para quem está devendo) e fazer as seguintes perguntas:

Pillar_Page_Infograficos_FAÇA ESTAS PERGUNTAS

Uma observação: principal é o nome dado ao valor inicial da sua dívida. Se foi no cartão de crédito, por exemplo, é o valor que você realmente gastou, sem os juros atuais.

Explique que você está numa situação financeira complicada, mas que não quer dar calote, que sua intenção é pagar tudo. Mostre interesse, diga que está fazendo essas perguntas porque está começando a organizar todas as suas dívidas para começar a pagar e, em breve, você volta a entrar em contato pra combinar o pagamento.

Seu credor não é seu inimigo! Afinal, quem gastou (e fez a dívida) foi você - e ele (seu credor) está cobrando o que é dele.

E agora vá repetindo essas 3 perguntinhas com todos os seus credores, e anotando todas as respostas. No fim das contas, você vai ter uma listinha mais ou menos assim:

Bloco-de-Notas

Aí, é hora de organizar essa lista. Se usar uma planilha fica mais fácil, mas você pode fazer até em um caderninho.


Liste as suas dívidas começando da maior taxa de juros para a menor
. Por que isso?

Porque as dívidas com as maiores taxas de juros são as mais difíceis de serem pagas - elas crescem sem parar. Essas são as que precisam ser renegociadas imediatamente, seja para parcelar ou para abaixar esses juros. É hora de "estancar o sangramento"!

Mas antes de renegociar as dívidas, precisamos descobrir quanto você pode pagar por mês, pra abaixar esse endividamento. É hora de botar a casa em ordem!

Pense no dinheiro como pensa no seu mozão

Você gosta de dinheiro? Quer ter mais dinheiro na sua vida?

Pergunto isso em todos os meus cursos e palestras. Todo mundo responde siiiiim bem alto, todas as vezes. Mas eu acho que a maioria está mentindo. Talvez você esteja mentindo também, e nem sabe disso!

Você gosta mesmo de dinheiro? Então pensa comigo: vamos imaginar que o dinheiro seja o seu parceiro de relacionamento. Seu novo namorado ou namorada.

Pillar_Page_Infograficos_DE ATENÇÃO

E aí, você conquista esse novo namoro. Deu tudo certo! Deu match no Tinder, você e o dinheiro!

E você vira para a sua nova conquista (a grana) e diz:

  • Olha, querido, a regra do nosso namoro é a seguinte: vamos namorar por 5 minutos ao mês. No resto do tempo, você fica por aí, me esperando.

Esse namoro vai dar certo?

Pois é. É o que você tenta fazer com o seu dinheiro, tadinho. Diz que gosta dele. Que quer namorar com ele e ter um relacionamento feliz e duradouro com ele. Mas namora por alguns minutinhos por mês, quando entra o pagamento, e depois se esquece dele.

Você recebe o salário, torra tudo, paga os boletos todos e… esquece. Durante o resto do mês só passa no cartão, e só vai se preocupar com o seu "namoro" com o dinheiro lá no mês que vem quando cair um novo salário.

Vamos mudar isso?

Pra ter um bom relacionamento com o seu dinheiro, você tem que tratá-lo como um relacionamento que se preze: diariamente, com atenção, carinho, cuidado.

E, sobretudo, não dá para terceirizar esse cuidado (ou você deixaria o seu namoro pra uma outra pessoa cuidar, hein?).

Por enquanto, nada de ferramentas automáticas, essas que prometem "cuidar do seu dinheiro por você, e você nem se preocupa". Eu quero que você se preocupe com o seu dinheiro, sim! Eu quero que você se OCUPE com ele.

E nem precisa passar o dia inteiro se ocupando. Você vai passar uns 30, no máximo 50 minutos agora, pra fazer a organização inicial, e depois só vai mexer nisso de novo quando encostar em dinheiro - se receber ou gastar algo.

Vamos começar?

Como organizar sua grana

Pode ser em um papel, em uma planilha de Excel ou com um aplicativo de finanças. De verdade: TANTO FAZ, desde que não seja nada automático e seja você mesmo que está digitando o que entra e o que sai, ok?

Pra quem gosta de planilhas, a gente criou uma bem legal aqui na Neon, que está disponível neste link. É só copiar para o seu Google Drive e usar.

Pra quem curte aplicativos, existem várias opções no mercado. A minha dica é que você não gaste tempo escolhendo isso - primeiro comece, depois que isso virar um hábito, pode escolher outros apps. Quem usa a conta digital Neon tem a vantagem do saldo inteligente: o próprio app já classifica sua despesa em categorias (restaurantes, eletrônicos etc) e ajuda a facilitar essa visualização.

O processo é o mesmo, em qualquer metodologia que você escolher:

Primeiro, você vai juntar aí todas as suas fontes de renda. De onde ENTRA o seu dinheiro.

A maioria das pessoas tem só uma fonte (o salário), mas se você tiver mais, anote também.

E não importa se você recebe por semana, quinzena ou por mês - anote lá. E se a sua renda é variável (nunca é igual), comece anotando uma média do que você recebeu nos últimos meses (depois eu mostro como a gente vai acertar isso).

Anote a data que você espera receber, uma descrição pra saber do que se trata e o valor. De todos os seus recebimentos. Se você tem dinheiro para receber, de outros lugares, anote também - pode ser uma grana que você emprestou e a pessoa está te devolvendo, algum aluguel que você receba…

Isso tudo vai virar a sua seção de ENTRADAS (que também são chamadas de "receitas" - o dinheiro que entra pra você).

Agora, é a vez das SAÍDAS. As contas a pagar.

Comece listando tudo o que você já sabe que vai ter que pagar todos os meses. São as suas despesas fixas.

Mesmo que o valor seja variável (como a sua conta de luz, por exemplo) - anote lá, com o que você pagou no mês passado. Na hora que receber a conta, é só ajustar o valor!

Liste tudo o que você já sabe que tem para pagar: contas da casa, boletos, prestações, parcelas… tudo. Dá uma vasculhada na sua bolsa ou carteira, atrás de comprovantes de compra dos últimos meses, pra tentar lembrar de tudo o que você gasta.

Além disso, coloque lá uns valores já reservados para gastos que acontecem durante o mês - seu dinheiro da gasolina, do almoço de todo dia, os lanchinhos e a diversão. Quanto mais perto você chegar da realidade, melhor!

Esta vai ser a sua previsão de despesas para o próximo mês!

Agora você já tem uma lista de tudo que tem pra receber e gastar, no próximo mês, certo?

Então, é hora do acompanhamento! De fazer aquele "namoro" com o seu dinheiro virar uma coisa diária, um hábito.

A regra agora é bem simples, mas é a mais importante de todas:

Encostou em dinheiro, ANOTA.

Simples assim. Não importa se você usa um caderninho, uma planilha ou um aplicativo. Todas as vezes que receber ou gastar algum dinheiro, você TEM que anotar em algum lugar. Precisa ter controle sobre o seu dinheiro.

E isso é um exercício diário, para o resto da sua vida! Se você quer ter dinheiro, aprenda a lidar com ele, a olhar para ele. Todos os dias.

Mas não basta só listar isso tudo, e anotar seus gastos. Ainda precisa reservar um pouquinho de dinheiro. Nem que seja beeeem pouquinho, você precisa!

Presta atenção: se você comprometer todo o seu dinheiro com as contas e pagamentos da dívida, corre um sério risco. Se der qualquer coisinha errada durante o mês, você fica sem ter o que fazer, e se obriga a fazer mais dívidas. E não é isso que a gente quer!

Então, você precisa de uma RESERVA DE EMERGÊNCIA.

A reserva de emergência

O ideal é que você tenha uma reserva "para sempre", pelo resto da sua vida. E que o tamanho dela seja o suficiente pra cobrir uns 6 meses do seu custo de vida.

Tenha reservas suficientes

para bancar seu custo de

vida por 6 meses.

Pillar_Page_Infograficos_TENHA RESERVAS

Mas eu sei que, agora, isso é pedir demais!

Você está com dívidas, precisa pagar tudo isso, e provavelmente não anda sobrando quase nada do seu salário, né?

Então, mesmo que não seja uma reserva de seis meses do seu custo de vida, você tem que fazer uma reserva. Pode começar com R$ 50. Ou R$ 100. Tanto faz. Se não tiver, começa guardando 20 ou 30 reais por mês, mas guarda alguma coisa!

Transfere lá para o seu investimento da Neon e esquece que esse dinheiro existe! Ele só vai ser usado em casos de emergência, ok?

Toda vez que você receber um dinheiro, separa um pouquinho e coloca lá na sua Reserva.

Se você fizer uma continha, de tudo o que tem pra receber e subtrair tudo que tem pra pagar e o que vai reservar, vai ter uma previsão de saldo para o mês. Se usar um aplicativo de finanças, ou a nossa planilha, já vai ter este resultado automaticamente calculado.

E é este resultado que você vai usar pra renegociar suas dívidas!

- Mas, Leandro, não sobrou dinheiro nenhum! E agora?

Ahhh… não é só com você! A grande maioria dos brasileiros gasta TUDO o que ganha, todos os meses. Muitos gastam até MAIS do que ganham.

Se toda a sua renda já está comprometida com seus gastos mensais, tem muita coisa errada aí, na sua vida!

Você precisa aprender a gastar menos! A criar prioridades para a sua vida.

Eu tenho certeza que tem dinheiro indo embora, todos os meses, com coisas que não são fundamentais para a sua vida. Gastos supérfluos, festas, compras que você não precisa de verdade, desperdícios…

Seja honesto com si mesmo. Não tem como continuar mentindo. Você realmente já está economizando em tudo o que pode?

É hora de fazer cortes, doa a quem doer. Corte os supérfluos, as compras. Suas roupas já estão boas, você não "precisa" de uma peça nova. Cancele suas assinaturas, compre comidas de marcas mais baratas. Aprenda a viver com menos, com uma vida mais simples. Só vai te fazer bem!

Renegociando as dívidas

Já sabemos por onde começar, né? Pega aí a primeira dívida da lista, aquela que tem a maior taxa de juros, e mão no telefone!

Por favor. Mas por favor MESMO, não é hora pra dar desculpinhas. Não deixe isso pra amanhã. Não diga que "depois você liga".

Isso precisa começar a ser resolvido HOJE - porque cada dia significa mais juros pra você pagar. E eu sei que vai incomodar. Que dói fazer isso. Eu sei, mas você precisa fazer.

Eu até já conheço as desculpinhas mais comuns. Eu mesmo já usei algumas delas:

"Não tenho créditos no celular"

"Não gosto de falar ao telefone"

"Não posso ligar do meu trabalho"

"Não sei o número do credor, pra ligar"

Pára!

Você pode não ter créditos, mas se fosse uma emergência médica sua ou de algum familiar, você daria um jeito de ligar. Se fosse para receber um prêmio da loteria, você daria um jeito de ligar - iria para um orelhão, pediria um telefone emprestado. Dê um jeito agora também.

Não gosta de falar ao telefone? Respira fundo e aguenta. Seu credor também não gosta de alguém devendo pra ele.

Não pode ligar do trabalho? Explica pro patrão que isso não vai mais acontecer, que você está se livrando das dívidas, justamente pra botar a cabeça no lugar e poder trabalhar mais e melhor. E mesmo assim, se o seu trabalho for daqueles que realmente NÃO DÁ pra usar o telefone, você ainda não tem desculpas: as centrais telefônicas geralmente funcionam das 08:00 às 20:00, muitas funcionam até os sábados, e estão prontas pra te atender e renegociar suas dívidas.

Não sabe o número do credor? Aqui vai uma lista telefônica gigante pra você usar. A maior do mundo:

www.google.com

Já ouviu falar?? É só clicar no link e digitar o nome do seu credor, seguido das palavras "telefone cobranças" - e vai aparecer lá! Por exemplo: "Banco do Brasil telefone cobranças".

Pare de dar desculpas!

Vamos lá. Hoje mesmo!

Ligue para o primeiro número da sua lista de dívidas - aquela dívida que tem os juros mais altos. Para a maioria dos brasileiros, vai ser uma dívida bancária: de empréstimo, cheque especial ou cartão de crédito.

E aí você vai começar a negociar. É hora de ser firme e saber o que você está fazendo!

Tenha em mãos os dados da sua dívida: o valor do principal, o valor atual e a taxa de juros que você está pagando. E também os dados das SUAS finanças: quanto você vai ter de saldo mensal pra pagar dívidas. Esse é o seu limite!

E eu tenho que te dizer mais uma vez: não trate o seu credor como inimigo (pois ele irá te tratar da mesma forma). Converse, explique a situação, diga que você quer pagar, mas precisa que ele te ajude a fazer isso acontecer. E faça uma proposta.

Nunca aceite a primeira proposta de negociação dos seus credores! Eles já têm margens embutidas, pra negociar com você, então seja duro na queda e peça descontos.  

Comece oferecendo um valor próximo ao seu principal, dividido em parcelas que caibam no seu saldo mensal. E não aceite juros maiores ainda na hora do parcelamento! Se for preciso, peça para falar com o supervisor, o gerente ou o dono da empresa. Mas vá até o fim - sem preguiça, sem vergonha. Lembre-se do seu objetivo: ficar LIVRE das dívidas!

Se a proposta não foi aceita agora ou se fizeram uma proposta que você não tem como pagar, paciência. Não se desespere. Agradeça a quem te atendeu, diga que "deste jeito não será possível", e desligue o telefone.

Não adianta de nada fazer um parcelamento que você não vai dar conta. Só vai aumentar seu problema.

Respire fundo, espere uma semana e ligue de novo, para tentar uma nova negociação. Se não tiver jeito mesmo, parta para a segunda dívida da lista, a terceira, a quarta…

Geralmente, os credores também não aceitam a primeira proposta que você faz, mas com o tempo eles costumam ver que também é ruim para eles, ficar sem receber, e acabam afrouxando um pouco as regras pra chegar em um meio termo. Tenha paciência e mantenha a calma e o bom humor, ok?

Até aqui não tem muito segredo, não é? Mas a maioria das pessoas nem chega neste ponto. E você vai chegar! Já vai estar negociando suas dívidas.

Basicamente, neste ponto, você organizou suas finanças, descobriu quais são as suas dívidas e começou a fazer seus pagamentos. As dívidas vão começar a diminuir, os cobradores vão parar de te ligar todos os dias, pouco a pouco… é uma bela vitória!

Mas dá pra melhorar.

Acelerando o processo

Quem já passou pelo processo de pagar dívidas sabe - ele é longo, tedioso e, muitas vezes, tira toda a sua motivação bem rápido.

Afinal, é difícil mesmo, quando você faz as contas e vê que vai ter que passar uns bons meses (e às vezes, anos) economizando tudo o que pode e vendo todo o seu dinheiro indo para pagar parcelas de dívidas, mês após mês.

Eu sei, já passei por isso.

E como sei que é difícil e desanimador, vou te contar o que fiz pra poder não desanimar tanto, e acelerar o meu processo de pagar as dívidas. No meu caso, eu passaria 18 anos pagando todas as dívidas que tinha, no ritmo de pagamentos que eu podia fazer. Um absurdo de tempo!

No fim das contas, eu consegui pagar tudo em apenas DOIS anos!

Milagre? Não. O que fiz foi focar em RENDA EXTRA, ao máximo. E isso me fez dar muito mais velocidade na minha recuperação financeira e, depois, um salto na minha qualidade de vida!

Basicamente, o que você tem a fazer é "colocar mais dinheiro pra dentro". Focar em ter mais receitas.  

Pillar_Page_Infograficos_RENDA EXTRA

Pense em maneiras de obter

uma renda extra.

Isso significa que você vai deixar de jogar seu videogame? De ver suas séries na Netflix? Provavelmente. Quanto mais tempo do seu dia você dedicar à renda extra, mais resultado vai ter!

Você é jovem, tem tempo de sobra no futuro para fazer essas coisas. Vai por mim: no momento, compensa fazer um esforço a mais e sair logo dessas dívidas!

E o mais bacana é que a Renda Extra pode te ajudar duplamente!

Depois de pagar suas dívidas, você pode continuar fazendo um dinheiro a mais, todo mês, para construir uma boa Reserva de Emergência. E depois disso, pode fazer investimentos para o seu futuro!

Eu fiz um artigo super completo, ensinando o passo a passo e todos os porquês de se fazer Renda Extra - e nele, inclusive, eu conto a história de como ela salvou a minha vida.

É só clicar neste link, e conferir.

Hábitos de quem não deve

Seguindo estas dicas, não tem erro. Você vai sair das dívidas.

Pode levar alguns meses, ou alguns anos, mas você sai dessa. Mas não adianta só pagar o que se deve. É um bom começo mas, se você parar por aí, muito em breve vai cair nas dívidas de novo.

É preciso mudar os seus HÁBITOS.

Que tal uma listinha dos 6 hábitos que podem mudar completamente a sua vida financeira (e mudaram a minha)?

Pillar_Page_Infograficos_MUDAR VIDA FINANCEIRA 

1. Mantenha o olho na grana

Eu já mencionei isso antes, mas nunca é demais frisar: tenha um relacionamento diário com o seu dinheiro. Saiba onde você gasta, quanto você ganha, centavo por centavo. Não negligencie a parte do controle financeiro, pois ela é a mais importante de todas!

2. Tenha objetivos

Por quê você trabalha todos os dias? Por quê levanta da cama? Você pode até dizer "eu trabalho pra ganhar dinheiro", mas me responde aí: QUANTO dinheiro você quer? PRA QUÊ você quer esse dinheiro?

3. Viva um degrau abaixo

Abaixe o seu padrão de vida. Vai fazer bem para você, e para o seu discernimento do que realmente importa.

Você não precisa ter um carro 0Km, o último modelo de celular. Repense seu estilo de vida, e desça um degrauzinho. Seu bolso agradece!

4. Poupe, invista, pense no futuro

Uma parte do seu dinheiro TEM que ser guardada. Sem desculpas.

Pare aí pra fazer uma conta: quanto dinheiro você teria se tivesse guardado 10% de todos os seus salários, desde que começou a trabalhar?

Provavelmente, um dinheirão. Muito mais do que você tem hoje, não é?

Pois saiba que o grande responsável por esse "dinheirão" não é o quanto você ganhou ou economizou, e sim o quanto GUARDOU.

Crie em si mesmo o hábito de guardar um pouquinho de TUDO que você receber. A riqueza no seu futuro é garantida!

5. Pague a si mesmo primeiro

Você é mais um dos que reclamam que "nunca sobra dinheiro para guardar"? Uma novidade: nunca vai sobrar!

Porque o que funciona é o contrário: você não guarda o que sobrou. Você primeiro guarda, e depois gasta só o que sobrar.

Todo mês, ao receber seu dinheiro, guarde uma parte para o futuro, antes mesmo de o dinheiro chegar no seu primeiro boleto a pagar do mês.

6. Nunca pare de aprender

Artigos, blogs, livros, canais do YouTube, cursos, palestras… a educação financeira é um tema infinito, e não vai entrar na sua cabeça em um só dia.

Traga este tema - que é tão valioso - para o seu dia a dia. Converse sobre finanças com a sua família, seus amigos… convide-os para fazer um curso com você, envie este artigo para eles.

Quanto mais este tipo de informação se espalhar, melhor será o país em que vivemos!

E eu te desejo muita prosperidade no futuro, com nada de dívidas! Se precisar, conta comigo.

Um abração,

Leandro Benincá

 

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